EC 103/2019
A regra de pontos sobe todo ano
Na transição por pontos, 2026 exige 93 pontos das mulheres e 103 dos homens, com acréscimo de 1 ponto por ano até o limite de 100 pontos para mulheres, em 2033, e de 105 para homens, em 2028.
Direito & Compliance · 100% online
Pós-graduação lato sensu em Direito e Cálculos Previdenciários, com diploma da Faculdade Iguaçu, credenciada pelo MEC.
Investimento
R$ 3.180 à vista no Pix ou boleto
ou 12× R$ 265 no cartão
Demanda real. Diploma real.
As regras de transição avançam ano a ano até 2033. Quem calcula benefício precisa saber qual delas alcança cada segurado, e em que ano ele completa o requisito.
EC 103/2019
Na transição por pontos, 2026 exige 93 pontos das mulheres e 103 dos homens, com acréscimo de 1 ponto por ano até o limite de 100 pontos para mulheres, em 2033, e de 105 para homens, em 2028.
Lei 9.717/1998, art. 8º-B
A lei exige dos dirigentes da unidade gestora do regime próprio formação superior e certificação e habilitação comprovadas. É a Portaria MTP 1.467/2022 que estende a exigência aos responsáveis pela aplicação dos recursos e aos membros dos conselhos deliberativo e fiscal, e que define quais entidades certificadoras são aceitas.
Além dos 26 estados e do Distrito Federal, 2.106 municípios mantinham regime próprio de previdência social, o equivalente a 37,8% dos municípios brasileiros (Ministério da Previdência Social, relatório do Indicador de Situação Previdenciária, 2025).
A EC 103/2019, art. 9º, § 4º, vedou a estados, Distrito Federal e municípios estabelecer alíquota de contribuição inferior à dos servidores da União, salvo se demonstrada a ausência de déficit atuarial no regime próprio. A adequação passou por lei em cada ente.
A EC 103/2019 criou regras escalonadas de transição — idade mínima progressiva, pedágio e sistema de pontos. Cada ano civil altera o requisito, e quem se aposenta em 2026 não faz a mesma conta de quem se aposenta em 2027.
Concursos com prova de títulos pontuam a pós-graduação lato sensu. O peso e o limite de pontos estão no edital de cada certame, e o certificado precisa estar emitido até a data que o edital define.
Planos de carreira de servidores preveem adicional por titulação — o percentual é fixado na lei da carreira de cada rede ou órgão, e incide sobre o vencimento todo mês, não uma vez só.
Em algumas profissões a especialização é o que a norma exige para atuar ou para registrar a especialidade no conselho. Quando é o caso deste curso, a norma está citada nesta página — com a fonte.
Transparência: a certificação exigida dos dirigentes de regime próprio é emitida por entidade certificadora credenciada, em exame próprio. A pós cobre o conteúdo; a prova é etapa separada, com regras do Ministério da Previdência Social.
Lato sensu, de instituição credenciada pelo MEC. Vale para concurso, progressão por titulação e contracheque de servidor.
Material de cada disciplina para estudar no seu ritmo, de onde estiver.
O acesso acompanha o prazo máximo de conclusão do curso.
Carga horária total: 800h
Competências
Dominar os benefícios previdenciários
RGPS, regimes próprios e requisitos
Aplicar a Reforma da Previdência
Regras de transição e cálculo
Calcular benefícios e revisões
RMI, revisões da vida toda e afins
Conduzir o processo previdenciário
Via administrativa e judicial
Analisar a aposentadoria especial
Enquadramentos e provas
14 disciplinas · 800h
A grade mora na página — transparência é o diferencial da casa. A lista completa, com carga por disciplina, está no plano de curso em PDF.
Além do núcleo técnico, a matriz inclui as disciplinas institucionais comuns às pós da Faculdade Iguaçu: Metodologia Científica, Ética Geral e Profissional, Direitos Humanos, Libras, Docência do Ensino Superior, Inovações Tecnológicas e Trabalho de Conclusão de Curso. Curso 100% EAD, com conclusão de 4 a 18 meses conforme o ritmo de estudo do aluno.
Sem letra miúda
Diploma de pós-graduação lato sensu emitido por instituição credenciada pelo MEC (Faculdade Iguaçu), com validade nacional.
Conclusão de 4 a 18 meses, conforme o seu ritmo de estudo — é regra acadêmica da certificação, e protege a validade do seu diploma.
18 meses de acesso à plataforma: o acesso acompanha o prazo máximo do curso.
PRECISO DE GRADUAÇÃO? Sim. A pós lato sensu é aberta a quem já concluiu curso superior, e a matrícula pede diploma e histórico da graduação. É a entrega desses documentos que destrava a emissão no fim. TEM TCC? Depende do curso. Quando não é exigido, a conclusão é por aproveitamento nas avaliações, na forma da Resolução CNE/CES nº 1/2018. A página do curso informa qual é o caso. E SE O MEU OBJETIVO É O CREA OU O INCRA? Veja as pós da nossa lista do CREA: são as estruturadas para a anotação do curso na carteira profissional e, na maioria, para a possibilidade de segunda atribuição. A concessão é sempre da câmara especializada do CREA, que analisa a graduação e o histórico de cada profissional.
Nesta trilha
Não. Não existe essa exigência. O valor do curso é técnico — domínio de cálculo e de teses — e como título em concursos, conforme o edital.
Sim. O cálculo previdenciário é o gargalo real da área, e o curso trata de RMI, revisões e enquadramentos além do conteúdo de direito material e processual.
Advogados previdenciaristas, servidores do INSS e quem presta concurso na área.
Benefícios do RGPS, regimes próprios, Reforma da Previdência, processo e cálculos, mais as disciplinas institucionais (Metodologia Científica, Ética Geral e Profissional, Direitos Humanos, Libras, Docência do Ensino Superior, Inovações Tecnológicas e Trabalho de Conclusão de Curso). A grade completa é enviada pelo formulário da página.
Diploma de pós-graduação lato sensu da Faculdade Iguaçu, credenciada pelo MEC. Curso 100% EAD, com conclusão de 4 a 18 meses e acesso por 18 meses.
Deixe seu contato e receba o plano completo em PDF — grade com as cargas por disciplina, metodologia, avaliação e certificação.
Confiança institucional
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